quinta-feira, 25 de julho de 2013

E tudo começa
na conversa
desenvolvendo aquela ideia
enrolada
saindo do conforto do velho eu
encontrando um nós

bem escondido

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Eu me recomponho, tu te recompões, nós... não sei.


Tudo estava dando certo – não sabia mentir.
Palavras, são só palavras.
Uma parte vulnerável ocupava muito espaço, e era inevitável.  Até as paredes acabaram tornando-se interessantes.
Parábolas a ajudavam a entender. Pensar.
Só faltava sentir. Mais uma vez.
Deus.
A sós.  

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Talvez a ausência, ou a indiferença. Tanto faz.
Mania de organização, menos na mente. Tudo gritava querendo ter seu espaço.
A música toca.
E entra na cabeça. Pare!
No aeródromo está nascendo lírios.
Ainda há tempo.

terça-feira, 5 de julho de 2011

E mais uma vez, eu ouvia Aquela voz dizendo... "Tenha paciência, o tempo de Deus é diferente do nosso. E na hora Dele tudo é mais perfeito."

terça-feira, 31 de maio de 2011

A ironia do abraço.

Uma situação tão reconfortante, de poder dizer tantas coisas, sem muitas palavras. A grande ironia é as duas (ou mais) possibilidades de reação após ele. 
Sentir-se melhor ou pior. Melhor por te confortar, pior por se despedir.
A sensação do calor recíproco entre dois corpos que tem um sentimento em comum é melhor do que muitas palavras em vários momentos. 
É abraçar; É sentir; É ser um;